terça-feira, 4 de novembro de 2008

Como compatibilizar o Office 2007 com outras versões


O Office 2007 mudou o formato dos arquivos gerados pelos seus aplicativos, como o Word, Excel e PowerPoint, tornando-os ilegíveis para usuários das versões anteriores. Dessa forma, muitos usuários das antigas versões estão enfrentando problemas, pois recebem os novos documentos, ao tentar abri-los, com uma mensagem de erro. Dou agora, portanto, duas dicas para superar esse problema. A primeira dica é de caracter emergencial. Você precisa abrir um documento que acabou de receber e na máquina que está usando não tem o Office 2007, apenas uma versão anterior. Pelo site http://docx-converter.com/ é possível fazer a conversão on-line do arquivo incompatível. Basta fornecer seu e-mail e fazer o upload do arquivo. Em alguns minutos você recebe um e-mail com um link para baixar o arquivo convertido (foto). O site também converte o arquivo para outros formatos populares.

Além de ter esse site anotado na lista de favoritos, outra dica é baixar o pacote de conversão de arquivos oferecido gratuitamente pela Microsoft. Ao instalar o Pacote de Compatibilidade com o Microsoft Office 2000, Office XP ou Office 2003, você pode abrir, editar e salvar arquivos usando os formatos de arquivos novos do Word, Excel e PowerPoint 2007. O Pacote de Compatibilidade também pode ser usado em conjunto com o Microsoft Office Word Viewer 2003, Excel Viewer 2003 e o Visualizador do PowerPoint 2003, para exibir arquivos salvos nesses formatos.

Usuários dos programas Word, Excel ou PowerPoint do Microsoft Office XP e 2003 devem instalar atualizações de prioridade do Microsoft Update antes de instalar o módulo de compatibilidade. Em seguida, instalar as atualizações de Alta Prioridade/Necessárias com o Microsoft Update. Baixe o Pacote de Compatibilidade no site

http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=pt-br&FamilyID=%20941b3470-3ae9-4aee-8f43-c6bb74cd1466, clicando no botão Fazer Download e salvando o arquivo no disco rígido. Execute o arquivo FileFormatConverters.exe, que foi baixado no disco rígido para iniciar o programa de instalação. Siga as instruções na tela para concluir a instalação.


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

HP lança no Brasil PC com tela sensível ao toque

A Hewlett-Packard apresentou nesta terça-feira o HP Touchsmart IQ501BR, um computador com tela sensível ao toque. Ele tem preço de R$ 6,5 mil reais e é um centro de entretenimento doméstico. Tipo, ele é lindo, perfeito para você colocar no meio da sala de estar e usar como som, mural de fotos/notas e tudo mais. Ele vem com uma configuração bacana, com processador Intel Core2Duo T5850, 4 GB de RAM, 500GB de HD, 5 portas USB 2.0, leitor de cartão de memória 5 em 1, sintonizador de TV em alta definição, leitor/gravador de DVD (sem blu-ray, pena) e a tela sensível de 22" (1680x1050).

A pergunta: existe uma revolução de interface no Touchsmart? Resposta: não. Se você quer controlar tudo via touchscreen em um computador, infelizmente vai ter que esperar mais um tempo até rolar uma interface melhor. Mas se você quer um computador para se divertir (e não trabalhar, absolutamente), ele pode ser uma boa opção.

O grande diferencial dele é o software Touschsmart, que foi elaborado especialmente para ser usado com a tela de toque sensível. Ele tem ícones grandes e barras de rolagem perfeitas para os dedos. Logo na primeira tela, você encontra vários aplicativos em uma barra que rola para os lados, igualzinho ao iPhone.
Tem, por exemplo, Mah Jong, Paciência Spider, players de música e vídeo, browser de fotos, editores de notas, browser e mais vários cacarecos, que são realmente divertidos para brincar. Você pode, por exemplo, deixar uma nota para outra pessoa da sua casa com desenhos feitos à mão, ou um vídeo explicando para o seu avô como se faz para mandar uma mensagem SMS em caso de acidentes.
Esse tipo de coisa, embora possa ser feita em um PC normal, fica muito mais divertida quando é feito com as mãos. Ponto para HP por ter conseguido sacar isso e ter executado muito bem neste software.
Mas os problemas começam no momento em que você volta para a Terra e começa a usar o Window Vista com as mãos. É simplesmente impossível. Os botões são pequenos demais para serem clicados com o dedo e mesmo navegar em muitos sites é um grande desespero. Tentar ler os feeds no Google Reader, por exemplo, é impossível.
O espaço para se clicar é muito pequeno, porque foi criado para o apontador do mouse, assim como todo o resto do Vista. Nessas horas, usar o mouse é fundamental para você não ter um ataque de fúria ao errar um link 10 vezes seguidas. E mesmo tendo vários modos de input de letras na tela (você pode abrir um teclado virtual ou o reconhecimento de escrita), o teclado é definitivamente a melhor opção para escrever. Aliás, ele é muito bonito, bem fino e estiloso, além de ter teclas gostosas de digitar. Tanto ele quanto o mouse são wireless, portanto daria usar os dois longe do computador (se a tela fosse maior).
O design do Touchsmart é bem matador. Como em um Mac, a torre é embutida no monitor, tudo com um acabamento black piano fera. A única parte que não combina direito com o resto do design são os pezinhos de plástico, que não dão segurança. Eles parecem ser frágeis demais, então não é muito recomendável arrastar o computador, mesmo que seja só para ajeitar o ângulo de visão.
No final das contas, o HP Touchsmart é um bom computador com preço alto (R$ 6,5 mil). Você pode conseguir um PC com uma configuração parecida por um preço bem menor, ou até mesmo um Mac bala. Só que nenhum dos dois terá uma tela sensível.
Mas como já foi dito, não é aqueeeeela revolução de interface. Então não é um computador que funcione para uso prolongado, e sim um segundo desktop que você deixa na sala ou na cozinha. Fica muito mais divertido mostrar para as visitas as fotos de sua última viagem pelo nordeste nessa tela do que em um álbum. Se você tem essa grana sobrando e quer um PC diferente, o Touchsmart pode encaixar certinho na mesa de centro da sua sala de estar.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Creative Lança Sound Blaster X-Fi Notebook


A Creative acaba de lançar a Sound Blaster X-Fi Notebook, uma placa de som para notebooks com taxa de amostragem de 48 KHz, resolução de 24 bits, suporte ao padrão de áudio EAX Advanced HD e as tecnologias Crystalizer, que melhora a qualidade do som de arquivos MP3, e CMSS-3D, que permite som surround mesmo quando o usuário estiver usando fones de ouvido. O preço sugerido deste produto nos EUA é de US$ 89,99.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Banda fixa ou acesso móvel?


Teste do EM mostra que as velocidades do acesso móvel variam muito e raramente chegam próximo ao índice máximo.

Eles cabem na palma da mão, são redondinhos, simpáticos, e com a facilidade das entradas USB, levam a internet a PCs e notebooks. Os minimodens 3G, uma das vedetes do novo padrão de telefonia que permite a transmissão de dados em alta velocidade. São quatro as operadoras que oferecem, em Minas, serviços da terceira geração de telefonia: Vivo, Tim, Oi e, a partir desta semana, a Claro. O aumento da concorrência pode impulsionar a queda dos preços, e, espera-se, a popularização da tecnologia.

A facilidade de instalação e a velocidade razoável do acesso, além da mobilidade, são as vantagens dessa nova forma de conexão à internet. Os primeiros minimodens vieram junto com o início da 3G no Brasil, no ano passado, e já colocam muita gente em dúvida entre o que seria melhor: manter a conexão tradicional de banda larga fixa (a cabo, por exemplo) ou entrar de vez no mundo dos usuários nômades, com acesso móvel – teoricamente, conexão em qualquer lugar. Para responder ao dilema, o caderno Informátic@ testou os serviços das operadoras e mediu as velocidades de acesso em bairros cobertos pela rede 3G.

Antes de mais nada, é importante que o usuário verifique junto à operadora se a região em que mora recebe o sinal. Nos pontos em que ainda não há cobertura 3G, os minimodens fazem a conexão à rede Edge, com velocidade de acesso discado – cerca de 100 kbps. Com a terceira geração, as velocidades alcançariam, de acordo com as propagandas das operadoras, até 1Mbps.

Nos testes que fizemos, o melhor resultado ficou por conta dos 917.34 kbps alcançados com o minimodem da TIM, na Gameleira. Com essa velocidade, a estudante de design Rafaela Diniz demorou 44 segundos para baixar o navegador Mozilla Firefox, programa que tem 4,9 MB. Rafaela mora na Estância San Remo, na área rural de Contagem e diz que se o sinal chegasse na sua casa seria uma forma de navegação ideal. Para acessar a rede, ela precisa ir até a casa da avó, na cidade. Ela experimentou o serviço pela primeira vez, a convite da reportagem e ficou hipnotizada: “É muito prático e o acesso é bem rápido.”

Essa foi a velocidade mais próxima de 1Mbps que conseguimos obter nos testes. Entre os outros desempenhos, estão 850 kbps, também com o minimodem da TIM, na Praça da Savassi. Com essa velocidade, gasta-se 56 segundos para baixar o mesmo Mozilla Firefox de 4,9MB. O teste da Claro, no Funcionários e na Savassi também teve resultados consideráveis, com velocidade média de 720.1 kbps. A Vivo, contudo, apresentou velocidade média de 291 kbps no Alphavile e 192 kbps na Savassi. No Funcionários, saiu-se melhor, com 490 kbps. A Oi não disponibilizou minimodem para teste.

De acordo com as operadoras, as velocidades variam bastante, de local para local. Na 3G, as operadoras transmitem voz e dados dentro de um espectro de freqüência de rádio mais amplo – entre 1,9 GHz e 2,1 GHz (contra a faixa entre 900 MHz e 1,8 MHz do Edge). Isso explica a velocidade da banda larga. Mas, por se tratar de ondas de rádio, essa velocidade está sujeita a variáveis como a região, clima, distância da estação de rádio base (as torres emissoras de sinal) e a quantidade de clientes associados à mesma estação. A 3G ainda engatinha no Brasil e a tendência é que, com o tempo, a estabilidade seja uma conquista – bem como a ampliação das velocidades. Basta lembrar como eram nossas primeiras conversas nos celulares tijolões – quem nunca teve vontade de colocar uma palha de aço na antena do telefone nos anos 1990?


Frederico Bottrel - Estado de Minas

EUA querem 'reconstruir' a internet por US$ 350 milhões

Projeto quer permitir que pesquisadores repensem a estrutura da web.
Nessa rede, eles poderão fazer testes que visam segurança e eficiência.
Os Estados Unidos pretendem colocar em prática um projeto de “reconstrução” da internet que vai custar inicialmente US$ 12 milhões do governo. Muitos pesquisadores querem repensar a arquitetura da internet, argumentando que apenas dessa forma poderá ser garantida a segurança dos usuários e resolvidos desafios que surgiram desde o nascimento da rede, em 1969.
O projeto pode ser colocado em prática em cinco anos e, até sua conclusão, deve consumir US$ 350 milhões -- o Congresso norte-americano ainda precisa aprovar esse valor. Os US$ 12 milhões iniciais serão usados no desenvolvimento de protótipos dessa estrutura.
Representando o governo norte-americano, a empresa BBN Technologies está inspecionando o planejamento do projeto que ganhou o nome de Geni (sigla em inglês para Ambiente Global para Inovações na Rede), uma rede na qual pesquisadores poderão testar novas idéias sem impactos à internet utilizada hoje em dia.
Os responsáveis pela iniciativa explicam que o Geni não vai substituir a web. “O propósito é testar diversas idéias de pesquisa em comunicação de dados e sistemas. Conforme essas idéias amadurecerem, podemos adaptar a internet para incorporá-las ou encontrar uma nova infraestrutura de comunicação que seja construída junto com a internet. Qualquer um desses resultados será considerado um sucesso.”
A ênfase, continuam, é em permitir que pesquisadores testem estruturas radicais de rede, de uma maneira muito mais realista do que as possibilidades atuais. As pessoas envolvidas no projeto poderão construir suas próprias versões da internet ou estudar a rede de maneiras impensadas usando o Geni.

Internet ultra-rápida

Para os testes, duas instituições com acesso ultra-rápido à internet vão fornecer acesso aos pesquisadores do Geni.
A Internet2 (consórcio que reúne universidades e empresas) vai contribuir com 10 gbps (gigabits por segundo) de banda larga dedicada, para que os pesquisadores não tenham de usar o tráfego normal de internet em seus experimentos. Já a organização National LambdaRail vai oferecer outros 30 gbps, mas essa capacidade não ficará disponível o tempo todo.

Essa largura de banda é milhares de vezes mais rápida que a conexão de banda larga padrão – seria suficiente, diz a Associated Press, para transferir 30 filmes de alta qualidade simultaneamente.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Internet pela rede elétrica é testada no Brasil


A japonesa Panasonic está de olho na regulamentação do serviço de banda larga pela rede elétrica no mercado brasileiro.

A companhia trouxe seus modems para conexão pela tecnologia PLC (da sigla Power Line Communication) e está testando o serviço em Barreirinhas (MA), em parceria com a Associação de Empresas Proprietárias de Infra-estrutura e Sistemas Privados de Telecomunicações (Aptel).

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou em consulta pública nesta semana uma proposta para regulamentar o serviço de Internet pela rede elétrica no país.

Como explicou Eduardo Kitayama, consultor técnico de vendas da Panasonic Brasil, a empresa colocou três equipamentos em Barreirinhas, em uma biblioteca pública, em um restaurante e em uma loja, onde as conexões estão sendo feitas a uma velocidade de 200 Mbps - hoje as velocidades mais altas no país são a 30 Mbps.

Outros testes devem ser iniciados em 2009, segundo ele, também em parceria com a Aptel. Em Recife (PE), por exemplo, elas deverão testar o PLC em um novo empreendimento imobiliário que está em fase de construção.

Antes mesmo da regulamentação, algumas concessionárias de energia já realizaram testes da tecnologia em suas regiões. Esse é o caso, por exemplo, de estados como Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

De acordo com Kitayama, o PLC poderá ser um complemento a outras tecnologias de conexão, como o Wi-Fi, especialmente em regiões onde a rede fixa de telefonia não esteja presente.

"Dos 58 milhões de domicílios existentes no Brasil, 20 milhões não têm rede de telefonia fixa. Já a energia elétrica está em 99% das casas", comparou. Nas grandes metrópoles, especialmente em prédios antigos, o PLC também pode ser uma alternativa à uma infra-estrutura já obsoleta e congestionada, por exemplo.

Ele explicou que hoje os modems da Panasonic são fabricados na Malásia e no Japão. No Brasil, entretanto, "a tecnologia é nova e ainda desconhecida do conumidor final". Ele espera, no entanto, que "a partir de 2009 comece a existir uma certa demanda" e, quando ela o justificar, a empresa poderá nacionalizar a sua produção. "É preciso ter volume para justificar a fabricação".

A companhia já vende modems para conexões pela rede elétrica em seu próprio país de origem, além de nos Estados Unidos, México e algumas nações da Europa. No Japão, explicou ele, "o modem PLC já é vendido nas prateleiras das lojas".

A empresa também planeja a conexão de equipamentos por meio desta tecnologia. No Japão, por exemplo, um interfone é conectado a uma TV de plasma e, com a conexão via PLC, permite ao morador ver a imagem da pessoa que está batendo em sua porta.

Como admite que "a escassez de energia é uma preocupação", Kitayama afirma que o PLC poderá, inclusive, ajudar no controle de gastos de cada eletrodoméstico se estiverem conectados aos medidores de consumo da concessionária de energia.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Athlon X2 6500+ na verdade é um Phenom X2


A AMD lançou o seu primeiro Phenom X2, mas a companhia preferiuutilizar o nome Athlon para ele, apesar do seu núcleo ser baseado noK10. O modelo entrou diretamente na família Black Edition como o modelomais poderoso de todos, o Athlon X2 Black Edition 6500+, e ele contacom as seguintes especificações:


Freqüência: 2.3GHz

Cache L1: 256KB

Cache L2: 1MB

Cache L3: 2MB

Núcleo: Kuma Processo de gravação: 65nm

TDP: 95 Watts(consumo de energia)


Efeito Google chrome


Mal a Google entrou no setor dos navegadores Web, com o lançamento oficial do browser Chrome, segundo um serviço de estatísticas de Internet norte-americano, no primeiro dia, o Chrome já conseguiu alcançar 2,8 por cento de quota de mercado, valor bastante expressivo e que se deve ao fato do browser ser uma novidade. Estes dados tornam o browser do Google o quarto mais utilizado para navegar na Internet encostando no Safari o navegador da Apple, isso pouco após o lançamento. E alguns analistas já o vêem como um grande rival Firefox da Mozilla e IE da Microsoft. Analisando a quota de mercado que o Firefox conseguiu atingir em quatro anos, cerca de 20 por cento, o analista Douglas Anmuth, do banco de investimento Lehman Brothers, acredita que o Google Chrome poderá ganhar entre 15 e 20 por cento dentro de dois anos, podendo superar assim o Firefox. O analista considera contudo que a grande oportunidade do Chrome poderá estar nos dispositivos móveis isso se a google implantar na plataforma Android.

A Mozilla já está mostrando que não tem medo do concorrente, prometendo um produto muito melhor com a versão 3.1 do Firefox que é apenas uma promessa para o final do ano.

Chrome, o navegador web da Google


A Google em seu plano de dominar o mundo lança a versão beta de seu próprio navegador web de código aberto, o Google Chrome em 43 idiomas, entre os quais o português, baseia-se na simplicidade e na sofisticação. Revelado desde segunda-feira pelo designer McCloud.

A interface de navegação é simples como a home-page clássica doGoogle, o Google Chrome é limpo e rápido. Em seu interior, há umaengine (conjunto de aplicações) capaz de gerir com eficiência a complexidade dos aplicativos webda atualidade. Possui abas como os navegadores mais modernos, terá uma barra combinada de pesquisa e de endereços, separadores quefuncionam de forma autônoma e informações sobre os sites maisvisitados, as pesquisas mais recentes, melhorandoa velocidade e o tempo de resposta. Desenvolvemos ainda uma engine (conjunto de aplicações)JavaScript mais potente chamada de V8 (gosto deste nome), para gerir a próxima geração deaplicativos web. O Chrome deverá, além disso, integrar uma ferramenta que permite o acesso off-line a um serviço on-line. Não há dúvidas de que o Google Chrome vai perturbar o mercado debrowsers. Isso deverá estimular ainda mais as inovações. Mesmo o Microsoft Internet Explorer ainda domine o mercado(lembrando que o IE vem pré-instalado nos PCs com Windows), o Firefox continua a serum concorrente direto. Por outro lado, outros aplicativos como o Safarida Apple e o Opera terão que aumentar seu banco de usuários. infelizmente o beta do Chromeestá disponível apenas para Windows. Os usuários de Linux e Mac OS deverão ter mais paciência.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Comandos Para Windows

Assistente de controles => access.cpl
Assistente de acessibilidade => accwiz
Adicionar novo hardware => hdwwiz.cpl
Adicionar/Remover programas => appwiz.cpl
Ferramentas Admnistrativas => control admintools
Adobe Acrobat (Executar se instalado ) => acrobat
Adobe Designer (Executar se instalado ) => acrodist
Adobe Distiller (Executar se instalado ) => acrodist
Adobe ImageReady (Executar se instalado ) => imageready
Adobe Photoshop (Executar se instalado ) => photoshop
Atualizações automáticas => wuaucpl.cpl
Assistente para transferência BlueTooth => fsquirt
Calculadora => calc
Gerenciador de Certeficados => certmgr.msc
Mapa de caracteres => charmap
Check Disk Utility => chkdsk
Visualizador da área de armazenamento => clipbrd
Janela de comandos DOS => cmd
Serviços de Componentes => dcomcnfg
Gerenciamento do computador => compmgmt
Assistente de Cameras e Scanners => sticpl.cpl
Tarefas Agendadas => control schedtasks
Centro de segurança do Windows => wscui.cpl
Serviços => services.msc
Arquivos compartilhados => fsmgmt.msc
Desligar => shutdown
Som e áudio => mmsys.cpl
Solitário (Jogo) => spider
SQL Client Configuration => cliconfg
System Configuration Editor => sysedit
System Configuration Utility => msconfig
System File Checker Utility (Scan Immediately) => sfc /scannow
System File Checker Utility (Scan Once At Next Boot) => sfc /scanonce
System File Checker Utility (Scan On Every Boot) => sfc /scanboot
System File Checker Utility (Return to Default Setting) => sfc /revert
System File Checker Utility (Purge File Cache) => sfc /purgecache
System File Checker Utility (Set Cache Size to size x) => sfc /cachesize=x
System Information => msinfo32
System Properties => sysdm.cpl
Task Manager => taskmgr
TCP Tester => tcptest
Telnet Client(Executar Telnet) => telnet
Tweak UI (Se instalado ) => tweakui
User Account Management (Controlar Contas de usuário ) => nusrmgr.cpl
Utility Manager => utilman
Windows Address Book (Serviço para guardar lista de contatos ) => wab
Windows Address Book Import Utility (Serviço para importar lista de contatos) =>
wabmig
Windows Backup Utility (Fazer Backup ) => ntbackup
Windows Explorer (Executar Explorer) => explorer
Windows Firewall (Executar Firewall) => firewall.cpl
Windows Magnifier => magnify
Windows Management Infrastructure => wmimgmt.msc
Windows Media Player (Executar Media player ) => wmplayer
Windows Messenger (Executar MSN) => msmsgs
Windows Picture Import Wizard (Precisa estar com a camera instalada ) =>
wiaacmgr
Windows System Security Tool (ferramenta de segurança do windows ) => syskey
Windows Update Launches (ver updates ) => wupdmgr
Windows Version (Ver a versão do Windows ) => winver
Windows XP Tour Wizard (Tour Windows) => tourstart
Wordpad => write